PREGUIÇA DO SERVO

Provérbios 18.9: Quem é negligente na sua obra já é irmão
do desperdiçador. Deixar de produzir é igual a destruir aquilo que já existe; deixar de vigiar e orar é equivalente a convidar Satanás a entrar no coração. Negligente fala de cuidado, de aplicação, de interesse, de atenção etc. Juízes 5.23. Amaldiçoai a Meroz, diz o Anjo do SENHOR, amaldiçoai duramente os seus moradores, porque não vieram em socorro do SENHOR e seus heróis. MEROZ. Uma cidade desconhecida que deixou de participar da luta, ainda que localizada próxima a área de batalha. Não vieram em socorro do SENHOR. É pressuposto que DEUS se identifica integralmente com seu povo, enquanto este for obediente. No N.T.. O SENHOR JESUS CRISTO, por meio do seu ESPÍRITO, participa da Igreja verdadeira que é seu corpo, formando assim a comunhão dos santos (1 Co 12.12,13). Por isso, o prejudicar a um destes pequeninos que creem em mim, é severamente condenado (Mt 18.6), enquanto que o socorrer e o apoiar aos filhos de DEUS é fazê-lo a CRISTO (Mt 25.45). E disseram: Há alguma das tribos de Israel que não tinha subido ao SENHOR a Mispa? E eis que ninguém de Jabes-Gileade viera ao acampamento, a assembleia (Jz 21.8). Jabes-Gileade. Uma cidade da tribo de Manassés, 15 km a sudeste de Bete-Seã e 3 km ao leste do Jordão. Manassés era neto de Raquel, mãe de Benjamim, e portanto houve uma afinidade de sangue entre duas tribos descendente. Isto explica por que os homens de Jabes-Gileade não concordaram com a guerra contra Benjamim.
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SALVOS PELA GRAÇA

Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e eramos por natureza filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamento com Cristo, pela graça sois salvos, e juntamente com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar nos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas (Ef 2.1-10). A morte espiritual tem vários sentidos: em Adão, portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram (Rm 5.12-21). Este texto apresenta as duas solidariedades ou raças que existem em virtude da queda de Adão dum lado e a morte e ressurreição de Cristo de outro. Até este ponto Paulo tem tratado do problema dos pecados como expressão da livre escolha do homem. Agora passa a falar da raiz do problema; o pecado original, o principio que impulsiona o homem a pecar.A nova raça unida com Cristo tem um novo principio operando nele; o Espírito Santo. Há portanto uma relação inseparável entre justificação e santificação. O pecado como princípio governante da natureza do homem, entrou na humanidade através  de Adão todo mundo pecou, o que fica demostrado na morte universal. A alma que pecar, essa morrerá (Ez 18.4). Eis que todas almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá. Cada alma humana tem de fazer a decisão individual e consciente, de aceitar o plano de Deus, para a sua vida, da salvação eterna. Aqui não deparamos com uma distinção entre morte física e eterna. Em delitos e pecados. E quando vós estáveis mortos nos pecados e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas (Cl 2.13), que acaba na segunda morte (Ap 20.6-14;  (3) com Cristo, quando Ele morreu (Gl 2.20). Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. Ora, se morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos (Rm 6.8). No batismo. Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do pai, também nós vivamos uma vida nova (v.4). Isso aconteceu quando vocês foram sepultados com ele no batismo e com ele foram ressuscitados mediante a fé (Cl 2.12). Numa experiência continua. Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus. Assim façam morrer tudo o que pertence a natureza terrena de vocês: Imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria (Rm 6.11; Cl 3.5). De qualquer forma, não é a doença mas a morte que nos diz respeito. Esta é a razão por que dependemos completamente daquele que nos pode dar nova vida.
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CASAMENTO É UM DOM DE DEUS

Os discípulos de Jesus disseram: Se é esta a situação entre o
homem e a sua esposa, então é melhor não casar. Jesus respondeu: Este ensinamento não é para todos, mas somente para aqueles a quem Deus o tem dado. Pois há razões diferentes que tornam alguns homens incapazes para o casamento; uns, porque nasceram assim; outros, porque foram castrados; e outros ainda não casam por causa do Reino do Céu. Quem puder, que aceite este ensinamento (Mt 19. 10-12). O ensinamento de Jesus era difícil mesmo para os doze, cuja atitude baseava-se no fato de que se as condições eram tão severas, o caminho mais certo seria não casar. Jesus dignificou o casamento muito acima do nível então aceito, declarando ser o princípio e plano divinos, de que o casamento seja indissolúvel. Os judeus, assim como os demais orientais daquela época, tinham um conceito errôneo a respeito das mulheres, quase compradas e até consideradas como propriedade do esposo. Jesus ressalta o valor da mulher, iniciando uma humanização que se desenvolve até hoje. Jesus reconheceu o valor do celibato quando assumido para melhor servir a Deus. Tinha entretanto, que ser voluntário. Sua prática depende do dom de Deus que capacita a pessoa para esta vocação. O apostolo Paulo escreve:  Realmente, eu gostaria que todos fossem como eu. Porém cada um tem o dom que Deus lhe deu: um tem este dom, e outro, aquele (1 Co 7.7). Geralmente o homem deve casar-se. Paulo prefere o celibato por boas razões. Irmãos, o que eu quero dizer é isto; não nos resta muito tempo, e daqui em diante os casados devem viver como se não tivessem casados. Eu quero livrá-los de preocupações. O solteiro se interessa pelas coisas do Senhor porque quer agradá-lo. Eu estou dizendo isso porque quero ajudá-los. Não estou querendo obrigar ninguém a nada. Pelo contrário, quero que façam o que é direito e certo e que se entreguem ao serviço do Senhor com toda a dedicação (1 Co 7. 29,32,35). E porque tem um dom (gr charisma) de Deus. O casamento exige dons também amor sexual é uma mútua, e não um favor. A ideia que a abstenção é mais santa veio do paganismo. Também você, marido, na vida em comum com a esposa, reconheça que a mulher é o sexo mais fraco e que por isso deve ser tratada com respeito. Porque a esposa também vai receber, junto com você, o dom da vida, que é dado por Deus. Aja assim para que nada atrapalhe as orações de vocês (1 Pe 3.7).  Que o casamento seja respeitado por todos, e que os maridos e as esposas sejam fiéis um ao outro. Deus julgará os imorais e os que cometem adultério ( Hb 13.4). Vivei com discernimento. O que Deus quer de vocês é isto: que sejam completamente dedicados a ele e que fiquem livres da imoralidade. Que cada um saiba viver com a sua esposa de um modo que agrade a Deus, com todo o respeito e não paixões sexuais baixas, como fazem os incrédulos, que não conhecem a Deus. O homem deve cumprir o seu dever como marido, e a mulher também deve cumprir o seu dever como esposa. A esposa não manda no seu próprio corpo; quem manda é o seu marido. Assim também o marido não manda no seu próprio corpo; quem manda é a sua esposa. Que os dois não se neguem um ao outro, a não ser que concordem em não ter relações por algum tempo a fim de se dedicar a oração. Mas depois devem voltar a ter relações, a fim de não caírem nas tentações de Satanás por não poderem se dominar (1 Ts 4.3-5; 1 Co 7. 3-5). Refere-se a direito sexuais, interrompam. É um termo militar, bloquear, discordância no lar, como a falta de discernir o corpo, que impede a comunhão com Deus. É pressuposto que o marido e a mulher orem juntos. Pois a pessoa  que comer do pão ou beber do cálice sem reconhecer que se trata do corpo do Senhor, estará sendo julgada ao comer e beber para o seu próprio castigo (1 Co 11.29). As mulheres sejam submissas a seus próprios maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo salvador do corpo (Ef 5. 22-23). Salvador do corpo. Assim como Eva estava sujeita a Adão, porque fora formada do seu corpo, a  Igreja, Noiva de Cristo, está sujeita a Ele, porque Jesus deu o seu corpo na cruz por ela. Assim, a igreja só pode existir em união íntima com Cristo e em submissão total a Ele. Sua vontade fica claramente exposta na Bíblia. Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá a sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne (v.31). O homem deve amar a sua esposa assim como ama o seu próprio corpo. O homem que ama a sua esposa ama a si mesmo. Porque ninguém odeia o seu próprio corpo. Pelo contrário, cada um alimenta e cuida do seu corpo, como Cristo faz com a igreja (vs 28,29). O amor sacrificial de Cristo é o exemplo do amor que o marido cristão deve para sua esposa. 
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