CASTIGO DE DEUS

O profeta volta a condenar a nação de Israel por causa da corrupção moral dos ricos e poderosos, que só
queriam explorar os pobres e aumentar as suas riquezas. Deus jura que não vai esquecer o que eles fizeram. Portanto, o Senhor, o Deus a quem o povo de Israel louva, faz este juramento. Nunca esquecerei aquilo que o meu povo tem feito. Naquele dia, que é o Dia do Senhor, farei o sol se pôr ao meio dia, e em pleno dia a terra ficará coberta de escuridão. Sou eu, o Senhor, quem esta falando. Todos vão procurar a mensagem de Deus, mas não a encontrarão. Correrão do mar Morto atá o mar Mediterrâneo, irão pelas regiões do Norte e do Leste do pais, procurando a mensagem de Deus, o Senhor, mas não a encontrarão.Amós era pastor de ovelhas em Tecoa, pequena cidade de Judá, o Reino do Sul, mas foi chamado por Deus para anunciar a sua mensagem em Israel, o Reino do Norte. Isso foi lá pelo ano 750 a.C, quando Jeroboão II era rei de Israel e Uzias era rei de Judá. Durante o longo reinado de Jeroboão II 783-743 a.C, Israel expandiu o seu território e se tornou uma nação rica e próspera 2 Rs 14.23-29. Mas, no meio dessa prosperidade e luxo, havia ganância, opressão, suborno, exploração, falsa religião e desprezo pela justiça. São justamente esses pecados que Amós anunciou a maioria das suas mensagens em Bétel, importante centro religioso situado em Israel. Quando eu castigar o povo de Israel por causa das seus pecados, destruirei os altares de Bétel. As quatro pontas de todos os altares serão quebradas e cairão no chão. Pare de profetizar aqui em Bétel, pois este é o santuário onde o rei adora, este é o templo principal do pais 3.14; 7.13, e também em Samaria, a capital do pais 4.1.

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O FIM DE TODAS AS COISAS

O fim de todas as coisas está perto. Sejam prudentes e estejam alertas para poder orar. A melhor
preparação para as provas do fim: Alertas, não intoxicados porque conhecemos o futuro Mt 24:25,42-46. Vigilantes em oração para não cair na tentação de negar a fé sob compulsão Mt 26.41. Tendo amor intenso para dar e receber encorajamento mútuo. O fim está perto. Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos, e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado. Sede vós também pacientes, e fortalecei os vossos corações, pois a vinda do Senhor está próxima. Portanto sejam bons administradores dos dons que receberam de Deus, que cada um use o seu próprio dom para o bem dos outros! O que exorta, faça-o com dedicação, o que contribui, com liberalidade; o que preside, com diligência; quem exerce misericórdia com alegria. No fim dos tempos também será assim: Os anjos sairão, e separarão as pessoas más das boas. A parábola da rede mostra o Reino de Deus fazendo a separação depois de sua proclamação a todos. O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu tempo. E será pregado este evangelho do reino por todo mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim. esta parábola foi falada aos discípulos em casa bem como as duas anteriores. Evidentemente, Mateus reuniu uma série de parábolas faladas em diversas ocasiões. A parábola do joio demonstra que um dos aspectos do Reino é o juízo, e que este juízo está reservado a autoridade divina, e não ao critério humano. O joio é uma planta que se confunde com o trigo, crescendo juntamente com ele, e só se distingue quando vem a época da ceifa, quando então o trigo revela seu verdadeiro valor, produzindo cereal comestível. Então, o joio é poupado por causa do trigo.  









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JESUS NO MONTE

Num monte alto, Pedro, Tiago e João viram a aparência de Jesus mudar, indicando o poder e a
glória que ele tem. Uma nuvem brilhante desceu sobre eles, e uma voz confirmou que Jesus é o Filho de Deus, a quem os discípulos devem escutar. Seis dias depois ainda estavam subindo o Monte Hermon, desde Betsaida, passando por Cesareia de Filipe, numa caminhada que pode ser descrita como um retiro espiritual Mt 17.1. Esta experiência de um antegozo da glória divina era uma revelação para Pedro. Tiago e João, sobre a natureza da obra e do reino de Cristo. Jesus é visto por eles na sua glória divina e agora, pai, dá-me na tua presença a mesma grandeza divina que eu tinha contigo antes do mundo existir Jo 17.5. Ladeado por Moisés, representando a Lei,  de Israel, e por Elias, representando os profetas. Jesus é revelado como a realidade gloriosa a qual a totalidade do A.T, apontava o cumprimento de toda história da redenção, desde o dia no qual Abraão foi chamado para obedecer a Deus, abandonou tudo para receber a herança. Os seus descendentes vão formar uma grande nação. Eu o abençoarei, o seu nome será famoso, e você será uma bênção para os outros. Abençoarei os que abençoarem e amaldiçoarei os que amaldiçoarem. E por meio de você eu abençoarei todos os povos do mundo. Então o Senhor, falou de novo e disse: O seu próprio filho será o seu herdeiro, e não o seu empregado Eliézer. Ai o Senhor levou Abrão para fora e disse: Olhe para o céu e conte as estrelas se puder. Pois bem! Será esse o número dos seus descendentes. Gn 12.2-3; 15.4-5. Deus interveio para consolar Jesus que já estava no caminho da crucificação e também para receber os discípulos a fim de continuarem firmes e confiantes depois da ascensão de Cristo 2 Pe 1.16-18, onde Pedro descreve a experiência e cita-a como prova da divindade de Cristo. Do Monte. Alguma tradições dizem que era o Tabor, mas o que contraria isto é que havia, na época de Jesus, uma fortaleza romana dominando o monte. O caminho mais lógico seria, rumo as alturas do Hermon, 20 km de Cesareia de Filipe e com quase 3.000 m de altura. Os judeus estavam aguardando um segundo aparecimento de Elias antes da vinda do Messias Mt 4.5, mas Jesus demostrou que era João Batista o cumpridor desta missão profética aliais, suas vestes e sua maneira de viver já apontavam para o caráter de um Elias. 
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MUNDO DOS MORTOS

Porque tu, ó Deus, me proteges do poder da morte. Eu tenho te servido fielmente, e por isso não deixarás
que eu desça ao mundo dos mortos Sl 16.10. O que o verdadeiro crente tem no seu futuro; a garantia da vida eterna; da felicidade perpétua na presença de Deus. Esta passagem deve ser compreendida a luz da ressurreição de Jesus Cristo: Sua alma não foi deixada na morte e sua conquista da morte e da corrupção a palavra  hebraica aqui traduzida por corrupção shahath, rais ser estragado é a garantia seu povo com Ele ressurgirá. Na pessoa de Cristo. Davi disse eu via sempre o Senhor comigo porque ele está ao meu lado direito, para que nada me deixe abalado. Por isto o meu coração está feliz, as minhas palavras são palavras de alegria; e eu, um ser mortal, vou descansar cheio de esperança, pois tu, Senhor, não me abandonarás no mundo dos mortos. Tu me tens ensinado os caminhos que leva a vida, e a tua presença me encherá de alegria At 2.25-28; 13.35. Paulo disse: Na verdade, Davi, no seu tempo, cumpriu os planos de Deus. Depois morreu, foi sepultado ao lado dos seus antepassados e apodreceu na sepultura. Assim também vi os perversos receberem sepultura e entrarem no repouso, ao passo que os que frequentavam o lugar santo, foram esquecidos na cidade, onde fizeram o bem; também isto é vaidade Ec 9.10. Esquecidos por homens, mas não por Deus. O homem rico da parábola do Evangelho teve certamente um sepultamento concorrido e luxuoso, enquanto do pobre Lázaro nada ouvimos de seu sepultamento. Deus, porém, dele se lembrou. Salomão, também quer mostrar que reconhecimentos ou boa fama da parte dos filhos do mundo não passa de vaidade.









































































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