26 de maio de 2016

APOCALIPSE 13

Depois vi um monstro que subia do mar. Ele tinha dez chifres e sete cabeças, uma coroa em

cada um dos chifres e nomes, que eram blasfêmias, escritos nas cabeças. O monstro que vi parecia um leopardo; os seus pés eram como os de um urso, e a sua boca era como a de um leão. E ao monstro o dragão deu o seu poder, o seu trono e grande autoridade (Ap 13.1-2). Nesta visão, aparecem dois monstros. O primeiro, que sobe do mar, recebe do dragão, isto é, do Diabo (Ap 12.9). O enorme dragão foi lançado fora do céu. Ele é aquela velha cobra, chamada Diabo ou Satanás, que leva todas as pessoas do mundo a pecar. Ele foi jogado sobre a terra, e os seus anjos também foram jogados junto com ele. Poder e grande autoridade. Os primeiros leitores do Apocalipse entenderiam que esse monstro era símbolo do Império Romano, que estava perseguindo e matando o povo de Deus (v.7). Foi permitido que ele lutasse contra o povo de Deus, e o vencesse. E também recebeu autoridade sobre todas as tribos, nações, línguas e raças. (Dn 7.1-8,15-20). O segundo monstro, que sobe da terra (v.11). Então vi outro monstro, que subia da terra. Ele tinha dois chifres parecidos com os de carneiro, mas falava como um dragão. Recebe sua autoridade do primeiro monstro e procura forçar todas as pessoas a adorarem o primeiro monstro (v.12). Usava toda autoridade do primeiro monstro, na sua presença. Forçava a terra e todos os que moram nela a adorarem o primeiro monstro, aquele cuja ferida mortal havia sido curada. E a terem um sinal na mão direita ou na testa (v.16). Como prova de que adoram o primeiro monstro. Os primeiros leitores deste  livro entenderiam que esse monstro era símbolo das autoridades do Império Romano, que procuravam forçar todas as pessoas a adorarem uma estátua do Imperador. O mesmo monstro que subia do abismo, muitas vezes, era usada para falar sobre as profundezas do oceano (Ap 11.7). Quando as duas testemunhas acabarem de anunciar a sua mensagem, o monstro que vem do abismo lutará contra elas. Ele vencerá e as matará. (Dn 7.3). De repente, saíra do mar quatro monstros enormes, diferentes uns dos outros (Gn 1.2). A terra era um vazio, sem nenhum ser vivente, e estava coberta por um mar profundo. A escuridão cobria o mar, e o Espírito de Deus se movia por cima da água (Ap 12.3).  E apareceu no céu outro sinal: Era um enorme dragão vermelho com sete cabeças e dez chifres e com uma coroa em cada cabeça. Os Imperadores  romanos usavam os títulos de senhor, salvador ou filho de Deus, títulos que os cristãos consideravam uma blasfêmia quando aplicados a um ser humano. 
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